Revista O Espírita 121

Editorial


Espiritismo e política

Antecipando-se aos fatos, Bezerra de Menezes, pela mediunidade de Chico Xavier, em abril de 1963, na cidade mineira de Uberaba, advertia: “É indispensável manter o Espiritismo qual foi entregue por Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes em pruridos de conquista de poderes terrestres transitórios”.
Em que pese a sabedoria da advertência, parcela considerável de lideranças espíritas deixa-se envolver pelo canto enganoso da política mundana.
Sem base doutrinária, os pretextos são muitos: obtenção de verbas, combate à corrupção, solução para os problemas sociais…
Por não estudarem mais profundamente os postulados da Terceira Revelação, desconhecem os verdadeiros ideais do governo espiritual da Terra, trazidos por Allan Kardec, sob o comando direto de Jesus. Aí surgem os “personalismos deprimentes” como canal psíquico para a ação nefasta de nossos perseguidores.

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