Revista O Espírita 131

Editorial


A luz brilha acima do nevoeiro

“Filho de um lar muito pobre, órfão de mãe aos cinco anos, tenho experimentado toda a classe de aborrecimentos na vida e não venho ao campo da publicidade para fazer um nome, porque a dor há muito já me convenceu da inutilidade das bagatelas que são ainda tão estimadas neste mundo”. Com estas palavras, Chico Xavier se apresentava ao mundo, em julho de 1932, iniciando as páginas do “Parnaso de Além – Túmulo”, sua primeira obra psicografada, editada pela Federação Espírita Brasileira – FEB.

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